Motivações:
Um simulacro é a representação de algo, tentando que se aproxime o mais possível do real, com objectivo de analisar o comportamento dos seres humanos perante a situação apresentada.
É através de exercícios de simulacro que as pessoas adquirem informação vital relativamente às atitudes a ter em situações de emergência, uma vez que se transpõe a barreira da teoria para passar à prática dos conhecimentos em situações de perigo real.
É neste sentido que surge esta actividade, de fundamental importância na sensibilização, consciencialização e capacitação das pessoas para os comportamentos a assumir em futuras situações de perigo.
Importa, assim, testar em contexto real os planos de emergência em vigor, bem como a actuação da comunidade educativa do Colégio em articulação com as entidades externas, como os Bombeiros Voluntários de Vagos, para que, em caso de situação de emergência a resposta de todas as partes seja clara, objectiva e rápida.
Objectivos:
- Informar a comunidade escolar para a ocorrência de situações de emergência (incêndio, abalo sísmico, etc.);
- Interiorizar e exercitar comportamentos adequados nos elementos da comunidade escolar, a adoptar em situações de perigo, em benefício da sua própria segurança;
- Sensibilizar os cidadãos (professores, funcionários e alunos) para o papel que devem assumir na prevenção de situações de risco;
- Efectuar um teste ao plano de emergência já implementado no Colégio, avaliando a sua aplicabilidade;
- Proceder à alteração do mesmo, caso sejam detectadas falhas no plano de evacuação.
Execução:
A realização da actividade “Simulacro” está prevista para o dia 19 de Fevereiro. Para a sua concretização, contactámos o Sr. Director Pe. Querubim Silva e a direcção do Colégio, a fim de pedir autorização e definir datas para a realização do “Simulacro”. Contactámos, também, o Comandante dos Bombeiros Voluntários de Vagos, solicitando a participação no “Simulacro”.
Esta actividade será realizada no Colégio, envolvendo toda a comunidade educativa e entidades especializadas pelo tratamento de situações como a que irá ser simulada. Poderão também estas entidades proceder a posterior avaliação da rapidez e segurança nos modos de actuação, de forma a minimizar os eventuais riscos.
No final da acção deve proceder-se a uma reunião com todas as entidades envolvidas para o balanço da mesma. Deve ser feita uma análise das falhas verificadas no simulacro, bem como das metas definidas que foram plenamente atingidas.
Expectativas:
Ao simular situações de perigo iminente, se for o caso de acontecer na realidade, todos estarão aptos a agir correctamente e preparados para informar e orientar quem desconheça as formas correctas de acção. Todos ficarão a conhecer como actuam os membros das corporações responsáveis pelo salvamento no nosso concelho em situações como a simulada, evitando-se algum nervosismo na presença de bombeiros, respectivas máscaras e equipamentos.